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Início Opinião

Pelznickel: uma cultura centenária trazida pelos imigrantes alemães que sobrevive ao tempo em Guabiruba (Parte I)

por Redação
5 de outubro de 2019
em Opinião
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O Pelznickel é, antes de tudo, uma identidade do povo guabirubense. Algo que só quem cresceu em Guabiruba consegue compreender sem maiores explicações. É fruto de uma longa história, uma cultura centenária que foi trazida pelos imigrantes alemães de Baden que colonizaram a cidade a partir da segunda metade de 1860. Esses imigrantes eram, em sua maioria, católicos, e trouxeram consigo seus valores, tradições, expressão étnica, religiosidade e cultura. Com eles, veio a tradição do Pelznickel, que sobrevive ao tempo e continua viva no inconsciente coletivo, garantindo a manutenção dos laços de identidade do cidadão com a cidade. Mas, para entender a importância do personagem Pelznickel para o povo guabirubense, é preciso conhecer um pouco a respeito da sua história, uma história
que se mescla com a de Brusque, visto que os dois territórios foram ocupados
simultaneamente.

A origem dos primeiros imigrantes de Guabiruba

A maioria dos imigrantes que colonizou Guabiruba é originária de Baden, que, até a unificação da Alemanha, em 1871, era um Estado independente na Confederação Alemã. Lothar Wieser (2014), pesquisador da imigração badense no século XIX, informa que o povo emigrava para fugir da fome decorrente do empobrecimento massivo em Baden. Segundo o autor, a emigração em massa do século XIX pode ser explicada preponderantemente por condições econômicas e, em muitos casos, o Estado apoiou-a financeiramente para se livrar de aldeões empobrecidos.

Apesar de desprovidos de recursos financeiros, alguns emigrantes possuíam um pequeno pedaço de terra e um pouco de patrimônio, que era vendido para juntar algum dinheiro para fins de emigração, que era do interesse do Estado pois os pobres eram uma carga para o poder público. Mas, ainda assim, o processo não era muito simples. Para que a emigração fosse autorizada, o candidato precisava comprovar que não tinha nenhuma dívida, seja com o poder público, seja com a iniciativa privada. Uma vez certificada a inexistência de dívidas, era emitida a autorização de emigração e, em seguida, o passaporte. E algum tempo após a concessão da autorização de emigração, a pessoa perdia o direito de cidadania na localidade.

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