Ivan Elias Fischer, 49 anos, pode muito bem simbolizar o tradicional cidadão guabirubense, como ele é. Apegado à família, católico assíduo e grande incentivador da cultura local, Ivan integra a Sociedade do Pelznickel desde seu início.
Filho de Orlando e Inês H. Fischer, tem quatro irmãos que foram nascidos e criados em Guabiruba. O empresário é casado com Franciane S. Fischer, com quem divide parte das atividades ligadas à comunidade da Igreja Nossa Senhora do Perpétuo Socorro e com quem tem dois filhos: Yasmin e Orlando Fischer Neto.
Guabiruba Zeitung: Quais atividades você desenvolve em Guabiruba atualmente?
Ivan Elias Fischer: Eu participo, com minha esposa, de diversas atividades em nossa comunidade. Fazemos parte da Comissão Vida e Família como catequistas matrimoniais, ajudamos em retiros e participamos do Movimento do Acampamento.
Há 23 anos participamos do grupo Cenáculo e orientamos por 15 anos o grupo Shalom, que faz parte do Movimento do Emaús. Assumimos a liturgia da 4° terça-feira do mês na Igreja Nossa Senhora do Perpétuo Socorro e também tocamos outras missas quando solicitados.
Faço parte da Sociedade do Pelznickel desde a fundação e também do grupo de Terno de Reis Camelos de Belém e, além disso, participo da Associação Artística Cultural São Pedro. Tudo isso teve início aos 15 anos de idade, como catequista, onde nesta idade fui Pelznickel pela primeira vez e fundamos também a primeira banda de rock da Guabiruba chamada banda Symyteryo.
GZ: Quem é Ivan Elias Fischer?
IF: É uma pessoa feliz com a vida, com a família, trabalho e amigos. Gosta de carros antigos, de música, tocar violão e contrabaixo e ainda gosta das coisas simples da vida.
GZ: Como iniciaram suas atividades na Sociedade do Pelznickel, na igreja e em outras entidades?
IF: Faço parte da Sociedade desde o início de sua fundação. Fui eleito o primeiro presidente da Sociedade, e fiz o pelznickel pela primeira vez aos 15 anos de idade, atividade na qual faço parte até hoje, aos 49 anos. Mas o Pelznickel faz parte de toda minha infância, uma história de amor com a cultura. Os meus filhos Yasmin e Orlando Neto, assim como minha esposa, sempre foram uma grande motivação para dar continuidade. Poder vê-los sentir e vivenciar tudo o que vivi a cada Natal gera muita emoção.
Nas outras entidades como o Acampamento, Emaús, neste caso movimentos da Igreja, recebi o convite para fazer o curso e depois dei sequência sempre colocando meu nome à disposição. Tudo isso é muito gratificante.
GZ: Pós pandemia, o que você acredita que será mais desafiador para Guabiruba?
IF: Recuperar o lado emocional e também o financeiro de muitas pessoas, que ficaram desempregadas e sem saber quando poderão ter seu emprego de volta.
GZ: O que você espera das autoridades para o turismo e cultura de Guabiruba?
IF: Em Guabiruba, temos muitos pontos turísticos que poderão ser mais explorados, que seja dado incentivo às entidades que colaboram em preservar nosso cultura, tanto financeiro como motivacional.
Um desejo meu, é que fosse criado um parque para que as famílias pudessem levar seus filhos para um final de semana de lazer, onde houvesse brinquedos como balanço, escorregador, campo, entre outras coisas, para ficar divertido, além de um espaço para uma praça de alimentação, algo para as famílias.
GZ: Qual seu maior sonho?
IF: Viajar o mundo e ver o meu país com políticos mais honestos, dando retorno dos impostos para os hospitais, escolas com mais igualdade social e menos corrupção.
GZ: Qual a principal lição que 2020 vai deixar para você?
IF: A lição que deixa é que Deus é o nosso comandante. Está sendo um ano de desafios, que nos leva a várias reflexões, mas também trouxe união.
GZ: Qual é a primeira coisa que você quer fazer pós pandemia?
IF: Viajar com a família.








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