O Clube de Caça e Tiro Araújo Brusque promoveu, no último sábado (14), mais uma edição de seu Festival de Natação. O evento contou com a participação de aproximadamente 70 nadadores, entre crianças e adultos, e faz parte do calendário de celebrações dos 160 anos de fundação da instituição.
As provas ocorreram na piscina semiolímpica da sede, onde os participantes disputaram distâncias de 25m e 50m nos estilos crawl e costas. A iniciativa buscou integrar o quadro social e marcar o encerramento da temporada de verão. “É a terceira realização deste ano, já com a presença expressiva das famílias associadas. O maior objetivo é fomentar esse espírito de comemoração e envolvimento, com uma agenda especial que seguirá até dezembro”, afirma o secretário da diretoria, Vladimir Pruner.
A diretoria da entidade destaca que a programação mensal de eventos visa estreitar o vínculo com os membros do clube antes do aniversário oficial, em julho. Segundo o diretor financeiro, Vanderlei Albino Leão, o intuito é reforçar o sentido de pertencimento. “A expectativa é fazer com que o sócio venha ao clube, participe e se sinta parte desse ambiente. Queremos entregar experiências positivas. Não faz sentido investir em uma mensalidade sem perceber benefícios concretos”, destaca.

O formato do festival foi atualizado para esta edição, incluindo a categoria adulta junto às competições infantis que já ocorriam regularmente. O coordenador de natação do clube, Rogério Branco, explica que a adesão reflete o interesse pela modalidade na cidade. “Tivemos quase 70 inscritos, o que é bastante gente e mostra a força da natação dentro do clube. E a expectativa é que cresça ainda mais. Não apenas pelo trabalho que já está sendo feito, mas também por novidades que podem surgir ao longo deste ano. Esperamos ter excelentes notícias para compartilhar”, revela.
Além do aspecto competitivo simbólico, em que todos os atletas receberam medalhas e picolés ao final, o evento serviu para ressaltar os benefícios físicos da natação. Rogério Branco detalha que o esporte é aeróbico e de baixo impacto, sendo indicado para diversas faixas etárias por trabalhar o sistema cardiovascular. “A natação não gera impacto. A força inversa da gravidade que a água exerce sobre o corpo faz com que a pessoa se sinta mais leve e consiga realizar diversos movimentos. Além disso, é um exercício aeróbico, que trabalha um músculo fundamental, que é o coração”, explica o coordenador.

Para a professora Sara Santiago, o festival é uma oportunidade de observar a evolução técnica dos alunos que treinam durante a semana. “Durante a semana a gente treina bastante e ver eles entrando na piscina para competir é gratificante. Fico muito feliz com o desenvolvimento e com a evolução”, observa.
O evento atraiu familiares que acompanharam o desempenho dos iniciantes. Diogo Felipe Maestri, pai de Lavínia, 7 anos, e Lorena, 9 anos, relatou que as filhas iniciaram as aulas há três meses e optaram por participar para interagir com o ambiente. “A Lorena já nadava um pouquinho, mas a Lavínia quase não nadava. Mesmo assim, quando apresentaram o festival, elas quiseram participar na hora. Hoje, as duas vieram mais para se divertir do que para competir”, avalia.
A importância do incentivo precoce ao esporte também foi defendida pela professora Josiane Constantini Marinho, mãe de Valentina, 8 anos. “A importância é estimular a prática do esporte desde pequenos. É um incentivo à vida saudável, à convivência e à saúde”, ressalta.





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