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Início Geral

Janaína Savczuk Huber: antes e depois do câncer de mama

por Redação
17 de outubro de 2022
em Geral
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Para a esteticista e auriculoterapeuta Janaína Savczuk Huber, o Outubro Rosa deste ano tem sabor de vitória. No dia 31 ela realiza a última quimioterapia e termina o tratamento contra o câncer de mama. O sentimento não poderia ser outro: alívio.

“Na consulta que tive no início de setembro, quanto a médica me autorizou voltar a trabalhar, perguntei: Ai não tem mais tratamento? Ela disse: acabou. Senti um alívio muito grande”, conta ela, que precisará realizar exames de acompanhamento a cada três meses no primeiro ano e depois a cada seis meses, por quatro anos. “Tem que investigar e acompanhar. O câncer é silencioso. Quando dá sinal está muito avançado”, acrescenta.

Janaína revela que se sente outra pessoa depois de enfrentar a doença e que passou a valorizar as pequenas coisas da vida. “Antes eu era muito pelo trabalho, o restante deixava para depois. Como autônoma, cansei de deixar minha filha com minha mãe e atender até as 22h. A Jana hoje é muito família, quer aproveitar todos os momentos. Trabalhar é importante e a gente precisa, mas abraçar quem está ao teu lado é mais. Sair, passear, viajar e curtir, nem que seja assistir um filme no sofá de casa. Isso hoje é mais importante do que estar lá trabalhando para ganhar dinheiro. A minha vida poderia ter acabado se eu não tivesse ido atrás de um recurso. Hoje eu aproveito muito mais a minha casa e minha família”, destaca.

Do diagnóstico ao tratamento

Janaína conta que em abril de 2021, aos 35 anos, fazia o auto exame no banho quando sentiu uma bolinha no seio, que não lhe pareceu normal. A consulta na ginecologista já estava agendada para junho, mas ela pediu para adiantar. Conseguiu vaga para o início de maio. “Era uma bolinha bem pequena e dura. Chamei o Nico (marido) e ele também achou estranho. Na consulta, a médica olhou e disse que parecia um cisto, mas pediu uma mamografia e um ultrassom”, detalha.

“Quando fiz o ultrassom apareceu o nódulo. Aí a própria médica do exame disse que precisava pedir uma biópsia. Quando ela falou isso dei uma balançada, mas pensei: não vai ser nada, por ser pequeno e ter menos de um centímetro. Fomos saber sobre a biópsia. Precisava de um mastologista que atendesse com urgência, porém mesmo com encaminhamento da ginecologista, eu não conseguia. Então, fui na policlínica ver se havia uma lista de médicos que pudesse ajudar. Por sorte, quem me atendeu disse que viria um pessoal de Itajaí, que faria biópsias e conseguiu encaixar o exame”, continua ela.

Alguns dias depois veio o resultado. “Me deram um papel na mão. Abri e estava escrito carcinoma maligno, grau três. Câncer maligno. Pensei: e agora, o que eu faço?”, recorda.

Sem condições financeiras para arcar com o tratamento particular, Jana marcou consulta com o clínico geral da policlínica e foi encaminhada para um oncologista. “De repente, veio a palavra oncologista. Meu Deus. Eu vou para oncologia. Que louco. Numa segunda eu peguei o resultado do exame e na outra segunda eu já consultei. Ele pediu uns exames que faltavam e quando olhou os resultados já falou que precisava fazer a cirurgia, que foi marcada para sexta-feira da mesma semana”, frisa.

A cirurgia e todo o tratamento foram realizados no Hospital Santa Isabel, em Blumenau. “Operei no dia 17 de julho de 2021 e deu tudo certo. O médico disse que o nódulo estava encapsulado. Isso quer dizer que ao redor do que foi tirado estava limpo. Não tinha espalhado. Chance de cura de 98% a 99%. Chance alta de cura”, explica ela, que tinha todo o tratamento pela frente.

Ela conta que a cirurgia foi às 7h e às 10h já ganhou alta. “Era o auge da Covid-19. Então os hospitais estavam sem um leito para internação. Em uma situação normal ficaria até dois dias internada”, relembra.

“Comecei o tratamento no outubro rosa do ano passado e o último dia da quimioterapia é no dia 31 de outubro. Fiz dois ciclos, um de 12 aplicações. Uma a cada sete dias, que é o que cai o cabelo e deixa ruim, bem cansada. Eu graças a Deus não tive enjoos e não deixei de comer. Caíram o cabelo, os cílios e as sobrancelhas. As unhas enfraqueceram. A quimioterapia dá muita irritabilidade e dura uns quatro dias, mas como aplicava semanalmente, quando melhorava já fazia outra”, relata.

Para ela, a parte mais difícil do tratamento foi a radioterapia. “A quimio é na veia. A rádio é um aparelho de rádio X que emite radiação direto no local. Causa queimadura. Fiz entre março e abril. Foram 19 sessões. Quando fazia não sentia nada, mas 10 dias depois começou a descascar a pele e ficou em carne viva no local. Principalmente embaixo da axila. É uma queimadura de dentro para fora”, explica.

Apoio da família

Janaína conta que enfrentou bem a doença, mas sentiu que algumas pessoas passaram a lhe tratar diferente. “Todo mundo te olha de uma maneira diferente, como se fosse uma coitada. Senti isso de algumas pessoas. Das pessoas próximas não, pois viam que eu passei muito bem pelo tratamento, então tudo certo. O pior de tudo foi não poder pegar a Beatriz (filha) no colo por três meses após a cirurgia. Ela estava com dois anos e quatro meses quando operei”, ressalta.

Para Jana, psicologicamente a pior parte é a descoberta da doença. “Descobrir é o pior do tratamento. O emocional pega pesado, porque não sabemos o que vai acontecer. É tudo muito novo. Tive medo de morrer. A minha maior preocupação era deixar a Beatriz e a minha família. É um grande medo, principalmente na hora da cirurgia. Você não sabe o que vai ser”, explica.

Segundo ela, ter a família perto foi fundamental em todo o processo.  “Eu falava para minha filha que estava com dor e ela dizia: já vai passar, é só um dodói. Vamos colar um band-aid? Ela via de uma maneira leve e me deixou leve. Eu levantava da cama por causa dela, pois quando a gente recebe uma notícia dessas, a vontade que se tem é se enfiar numa cama e ficar sozinha. E ela dizia para eu levantar e brincar”, ressalta.

Para as mulheres, Janaina lembra a importância de ficar atenta aos sinais e procurar ajuda e informação o mais rápido possível. “Se toquem, se conheçam e vejam se tem alguma diferença. O corpo dá sinal, por menor que seja”, completa.

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