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Méroli Habitzreuter

por Redação
25 de maio de 2020
em Geral
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Méroli Habitzreuter, 33 anos, é escritora, editora independente (E. Pèlerin) e pesquisadora. É também aluna de alemão da Frau Rosenbrock e de pintura à óleo da professora Cláudia Rieg Baron, ambos os cursos oferecidos pela Fundação Cultural de Guabiruba.

Filha de Olendina e Marcos Habitzreuter, Méroli é irmã de Rejane e Fábio e tia da Heloise, Murilo, Arthur e Bruno. Foi estudante da Escola Professor Carlos Maffezzoli por 12 anos. Educandário localizado no São Pedro, mesmo bairro em que mora.  É formada em Administração com ênfase em Comércio Exterior e já passou por diversas formações nas áreas das artes. Hoje, cursa Especialização em Literatura Brasileira.

Méroli trabalhou por 13 anos na Redotex Tinturaria, fundada pelo seu avô materno Paulo Fischer. Foi cuidadora dos seus sobrinhos Arthur e Bruno por quatro anos, o que foi uma das experiências mais enriquecedoras da sua vida. Há seis anos ela se dedica aos projetos culturais e sua vida de escritora.

Guabiruba Zeitung: Quando foi que você despertou para as artes e escrita, optando por seguir esse caminho?

Méroli Habitzreuter: Desde muito cedo eu sempre gostei de ler. Primeiro vieram as fábulas e os contos infantis, na sequência os gibis e as leituras dos clássicos através da biblioteca escolar. Depois, vieram as atividades e exercícios da Professora Rose e, na sequência, as perdas. A minha alternativa para a vida foi a escrita. Anos mais tarde, eu profissionalizaria este exercício.

GZ: Como é ser escritora em uma cidade de porte considerado pequeno como Guabiruba?

MH: Percebo que o caminho é mais longo, mas…no fim, dá na mesma. Tem que dar, entende? Seguimos dando motivos para que o governo amplie o seu apoio, para que as pessoas nos leiam e as outras entidades nos vejam como possibilidade interessante para parcerias. Eu sei que todo lugar e qualquer escolha traz as suas adversidades e já aprendi que o que altera o resultado é a maneira como se percebe estas adversidades. No meu caso, mesmo na pior situação eu me disciplinei a tirar algum aprendizado, “algo de bom”. Mas, claro, sejamos honestos, eu ficaria extremamente feliz se pudesse ser tudo mais fácil e se todos tratassem a cultura e a arte como algo significativo e realmente sério.

GZ: Na sua visão, quais são os principais desafios do meio cultural em meio a essa pandemia?

MH: Nós artistas estamos acostumados a nos reinventar, a fazer uso da criatividade e meio que “se virar nos 30”. Acho que a maioria de nós, fazemos isso todos os dias. Estar em casa, não é o maior desafio, porque acabamos desenvolvendo muito dos nossos projetos justamente em “home office”. A novidade que eu vejo, como oportunidade e ao mesmo tempo necessidade, é o uso inteligente das redes sociais. A questão é que a maioria dos artistas dependem ou do público (o que necessariamente envolve aglomero de pessoas) ou de editais de subvenção (o que permanece possível, mas muitas cidades já congelaram ou cancelaram). No meu caso, o maior desafio é sensibilizar estes entes governamentais a manterem os editais abertos ou ampliarem ao máximo a publicação destes neste período.

GZ: Recentemente a atriz e hoje secretária de Cultura, Regina Duarte, envolveu-se em uma polêmica em uma entrevista ao vivo na CNN. Várias pessoas da classe artística se manifestaram contrárias ao comportamento. Como você acompanhou a repercussão da polêmica?

MH: Eu particularmente gosto da política, mas a politicagem é complicada. Sempre nos deixa em maus lençóis. Não pretendo comentar o fato que aconteceu com atual secretaria da cultura, Regina Duarte, mas acredito ser importante aproveitar para dizer que a Cultura sempre ou quase sempre, foi utilizada como moeda de troca entre os partidos. E por isso é muito difícil realizar um trabalho sério, que tenha corpo e continuidade. Mas isso acontece em todas as outras esferas, infelizmente. Mas na cultura, mais. Os recursos são muito polarizados nos grandes centros, os grandes produtores e artistas acabam tendo mais “acesso” aos recursos.  E isto sim, afeta diretamente os artistas das cidades com menor representatividade. Mas daí o movimento necessário é muito mais complexo, uma mudança cultural em nós, uma troca sistêmica de estilo de governo, meritocracia, voto distrital, enfim, tem muito a ser feito.

GZ: Você encabeçou a campanha “Tudo Vai ficar Bem”. No que ela consiste e quais os objetivos?

MH: A ideia de criar esta campanha surgiu do desejo de retribuir à leitores, imprensa, pessoas que me acompanham nas redes sociais e que me estimulam todos os dias, em comemoração ao 8ª aniversário da página e aproveitando para registrar uma homenagem a tantas datas especiais de abril e maio: o dia mundial do livro e dos direitos do autor, dia da arte, dia internacional do livro Infantil, dia nacional do Livro Infantil, do Monteiro Lobato e do enfermeiro. Porque nunca é demais agradecer e comemorar. Quero aproveitar para enviar uma boa vibração ao mundo, pelo dom da vida que recebi, um novo ciclo que se inicia para mim todos os anos em maio: o meu mês. Não poderia deixar de me sensibilizar com a necessidade de empatia neste momento, em meio à uma pandemia. Porque, apesar de tudo, o que importa, é de fato: a marca que deixamos no mundo.

GZ: Dos livros que você escreveu, qual o seu preferido?

Sempre que lanço um livro novo, eu passo a gostar mais dele, deve ser pelo fato de naquele momento estar mais envolvida. Então agora, eu me sinto impactada pelo Spleen II. Este livro é o primeiro que saiu com o meu selo de Editora Independente e nele está a poesia “ninguém deseja a noite” e toda vez que leio ela, eu penso que… talvez, seja a melhor poesia que já tenha escrito. O Boa Noite, meu primeiro livro, continuo gostando bastante. Ele é provocativo, ousado, traz uma narrativa contemporânea, brinca com a estrutura de início, meio e fim e ainda dá a possibilidade para que o leitor possa ler de várias maneiras e até, construir a sua própria narrativa entre os seus microcontos. 

GZ: Como foi a repercussão do livro Boa Noite ao Tempo em Guabiruba, visto que aborda temas sexuais explícitos?

MH: Muitos homens ficaram curiosos. As mulheres foram um pouco mais tímidas. Me recordo, de ter sido procurada nas redes sociais por vários leitores e houve um burburinho na cidade na época do lançamento, que considerei totalmente saudável. Quando eu avalio a repercussão eu me coloco na posição de leitor e como qualquer leitor que se sente provocado, eu compreendo que desejam saber mais: se as narrativas são verídicas, se os personagens são reais. Acho isso tudo muito gostoso e extremamente interessante. Tanto é que, ainda neste mês, teremos duas novidades sobre este livro, como parte da Campanha “Vai Ficar Tudo Bem”. A arte, é isso: às vezes bálsamo, às vezes provocação. Em outras, as duas coisas. O Boa Noite foi um desejo de que o meu tempo desse ao leitor boas noites. Eu espero que estejam aproveitando (risos). E, embora poucas pessoas reconheçam, ele traz no bloco “Eu não gosto de boneca” o início de uma narrativa que faz uma forte crítica social. Que talvez se explicite mais em um próximo projeto de livro que estou criando.

GZ: Autor preferido?

MH: No momento: Jojo Moyes.

GZ: Um livro?

MH: A bagaceira, de José Américo de Almeida

GZ: Uma frase?

“A água se ensina pela sede”, de Emily Dickinsol

GZ: Uma pessoa?

O neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis

GZ: Músicas?

Tocando em frente, Almir Sater; Asa branca, Luiz Gonzaga; Águas de março, Elis Regina e La belle de Jour, Alceu Valença.

GZ: Filosofia de vida…

“A felicidade tende à natureza!” –  Esta ainda será a minha grande obra-prima no campo científico.

 

Livros prontos para serem publicados:

  • J de Virginia Woolf (primeiro romance)

Livros sendo editorados:

  • 4 obras infantis (serão as minhas primeiras neste gênero, estão em fase de ilustração e editoração) (os nomes ainda estão sobre sigilo rs)
  • “Zeitgeist” (será o meu primeiro livro de crônicas, está em fase de editoração)
  • Novità (será o meu primeiro livro na área das ciências sociais aplicadas)

Livros sendo escritos:

  • Segundo volume do romance “J de Virginia Woolf”
  • Segundo romance “Dois sóis”
  • Do gado (será o meu primeiro livro histórico-biográfico)

Premiações

  • 2017 » Livro Spleen | Revelação em Poesia| Academia Catarinense de Letras | Santa Catarina
  • 2016 » Poesia algum ANDRADE | Concurso Cultural de Poesia Urbana | UNIFEBE | Brusque
  • 2015 » Poesia Sommelier | Certame Internacional em Honra ao Vinho | Quenquém | Argentina

Livros publicados

Boa noite ao tempo: microcontos (2015)

  • Spleen I: poesias (2016)
  • O canto do cisne: poesias (2017)
  • Spleen II: poesias (2019)

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