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Luciano Szafir

por Redação
10 de junho de 2019
em Geral
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O ator e empresário Luciano Szafir, 50 anos, esteve em Guabiruba para participar do Paixão e Morte de um Homem Livre. O artista esbanjou simpatia, como os atores Júlio Rocha, em 2015, e Francisco Cuoco, em 2017, momentos em que também estiveram em Guabiruba no elenco do espetáculo.

Natural de São Paulo, Luciano começou a trabalhar aos 13 anos, embora sua carreira artística tenha iniciado aos 27. Na Globo, estreou como ator em 1997, depois seguiu para RecordTV. Também interpretou diferentes personagens em várias edições da Paixão de Cristo de Nova Jerusalém.

Foi casado com a Xuxa de 1997 a 2002. Tiveram a filha Sasha. Em 2009, o casal voltou a morar junto, mas se separou meses depois. Atualmente, o ator é casado com a empresária Luhanna Mellon com quem têm dois filhos.

No dia 18 de abril, no Hotel Innovare, em Brusque, ele conversou com a imprensa local e falou sobre o espetáculo guabirubense, a cidade e sua trajetória profissional. Na ocasião, havia participado do ensaio do teatro na quarta-feira e ainda iria subir ao palco mais duas vezes: na quinta e sexta-feira santa.

Guabiruba Zeitung: É a primeira vez que você vem a Brusque e região?

Luciano Szafir: Atuo há cerca de 23 anos. Nessa carreira, a gente faz muita viagem divulgando produtos, contratados por empresas, então eu viajei por quase o Brasil inteiro. É tanto trabalho, que acontece que a gente conhece o lugar, mas conhece poucas pessoas, porque chega no lugar de manhã ou de madrugada, dorme, faz o comercial ou o trabalho, que é rápido, normalmente um dia, e volta à noite. Eu digo que conheço o Brasil inteiro, mas não conheço nada. Mas certos lugares deixam aquele gostinho. A primeira coisa que você percebe é como as pessoas te tratam. Se você me perguntar o trabalho que eu fiz, ou quanto tempo faz, eu lembro que faz mais de dez anos que estive aqui. A diretora (do espetáculo Paixão e Morte de um Homem Livre, Rejane Habitzreuter) tem uma foto comigo, por favor não me mostre (risos), e está dizendo que faz 13 anos. Agora, estou com mais tempo e tendo a oportunidade de viver mais com vocês, estou vendo mais os lugares. Aqui vocês são, geograficamente, privilegiados. É muita qualidade de vida. Até brinquei que quem morre cedo aqui, morre aos cem, porque todo mundo é calmo, tranquilo. Estou tendo a oportunidade de conhecer mais hoje do que há 13 anos.

Jornal O Município: Você atua há bastante tempo em espetáculos de paixão e morte. Já fez Pôncio Pilatos em outra oportunidade? Qual a sensação de fazer esse papel em um espetáculo grandioso de uma cidade pequena?

LZ: Muito bom. Estou há mais de 25 anos fazendo Paixão de Cristo. Passei por espetáculos muito bons e por espetáculos muito ruins. Alguns desastrosos e outros sensacionais. Posso dizer que o espetáculo de Guabiruba é muito criativo, organizado e com muita qualidade. Não estou falando para agradar ninguém, mas literalmente pelo que vivi. Vocês estão de parabéns. Já fiz Jesus para mais de cem mil pessoas. Em Nova Jerusalém, que são sete dias, para cerca de dez mil pessoas por dia. Não interessa a quantidade, o que importa é que todos fazem com amor e sempre buscando novidades, estudando o que pode melhorar, e isso é uma característica da cultura do sul, de vocês: estar sempre querendo um desafio. Oferecer algo melhor que o anterior. E o trabalho leva à excelência. Eu já havia sido informado que o espetáculo aqui era muito bom e superou minhas expectativas. No ensaio não teve um problema, que eu pelo menos, tivesse visto. E quando tem um problema só a gente percebe, vocês jamais vão perceber. Guabiruba para mim, na minha pequena experiência, é um dos melhores espetáculos da paixão que eu já fiz na minha carreira.

Portal da Cidade: Como interpretar várias vezes Pôncio Pilatos e dar esse tom especial ao personagem?

O espetáculo é pré-gravado. Como é um lugar aberto, pode chover, ventar e as vezes pode falhar o microfone. Acontece muito disso. Então, eu gosto de ler a peça, imaginar (…). Como eu fiz a peça várias vezes, isso me ajuda bastante. Eu leio e tento dar um tempero diferente. Ou o que eu gostei da outra atuação que fiz, eu faço novamente. Claro, que num ensaio, um ator me dá algo que não estou esperando, mas a voz está gravada em um determinado tom. Então, a gente perde um pouquinho, mas é o único jeito de fazer um espetáculo a céu aberto, porque se cai uma chuva muito forte ou dá um problema no microfone, que é o que mais acontece, perde-se muito. Entre perder esse muito pouco ou correr esse risco de dar problema de áudio, que o público ia perder muita coisa, vamos por aqui….

Rádio Guabiruba: Pode traçar um parâmetro de atuação na telenovela, cinema e teatro?

Atuar é a mesma coisa, seja em televisão, cinema ou teatro. Porque você está se emprestando para fazer o personagem. A grande diferença é o tamanho de como você faz. Cinema é menor, porque a câmera capta na sua cara. Televisão é um pouquinho maior e teatro é muito maior. Eu vejo todos com a mesma seriedade (…). No cinema, para estar triste, basta eu pensar que estou triste. É um olhar, o olho modifica, tem aquele close. Na televisão, a câmera está mais longe você tem que fazer um pouco maior e no teatro eu tenho que demonstrar com mais corpo, com mais gesto. É a mesma arte, porém com forças diferentes na atuação. Eu, particularmente, amo teatro, porque a gente vê na hora a reação do público. Eu posso fazer cem vezes o Pôncio Pilatos e todo dia vai ser diferente. A gente está trocando energia com a reação do público. Fazendo espetáculo religioso a troca é muito maior, porque as pessoas ficam muito mais tocadas (…). No teatro, a gente começa uma história com começo, meio e fim. Vai na ordem. Novela vai relativamente na ordem. As vezes gravo o capítulo 1, depois o 5, o 9. O SBT, não sei hoje, mas antigamente, gravava em dois meses 60 capítulos, mediante o cenário. Gravava o 2 e depois o 40, então você ficava meio perdido. Precisa ler a novela inteira, porque você não sabe como vai reagir no capítulo 40, se tomou um pé na bunda da esposa, se faliu…e cinema é a mesma coisa: posso gravar a última cena do filme, que de repente eu morro, e depois as demais. O gostoso de fazer teatro é que o sentimento vai crescendo dentro de você mediante o que você viveu anteriormente. Por isso eu amo fazer teatro, porque parece mais real. Conto uma história do início ao fim, seguindo-a.

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